Os próximos dias foram perfeitamente inesperados. Nelson Rodrigues, que se autodenominava “o único brasileiro que enxerga o óbvio”, disse:
- Zico é o melhor jogador do Brasil! – Era quando nos cinemas os jovens se amontoavam para verem a voluptuosidade da Ann Marget e as loucuras do The Who, no filme: Tommy. Antes das sessões, o canal 100, mostrava o sonho de um Flamengo imbatível, se espatifando no “troca-troca”, elaborado pelo presidente Francisco Horta do Fluminense.
Do outro lado da zona sul, o tricolor carioca se transformou numa “máquina”. Agora com os heróis do Tri da Copa de 1970: Rivelino, Carlos Alberto Torres e Paulo César Caju. Ainda contava com Rodrigues Neto e Renato (do Flamengo), Cléber, Pintinho, Manfrinni, Edinho e todo o encanto da crônica esportiva.
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